PRAD – Plano de recuperação de áreas degradadas em Ponta Grossa – Áreas degradadas são locais onde ocorreram alterações nas características químicas, físicas e biológicas de uma área degradam as condições ambientais da fauna e da flora, caracterizando-a como uma área degradada Exemplos de áreas degradadas são erosões resultantes de ações humanas como obras de engenharia, uso intensivo do solo sem o correto manejo no caso da agricultura, área afetada por um desastre ambiental de uma mineradora, desmatamentos, de origem natural como deslizamentos de terra ou outros desastres .
As alterações nas características químicas, físicas e biológicas de uma área degradam as condições ambientais da fauna e da flora e transformam essa área em uma área degradada. No caso do carreamento ocasiona assoreamentos em rios e lagos , aterrando várzeas e nascentes causando deterioração dos recursos hídricos.
A área degradada deve passar por ações de restauração ou recuperação, conforme a situação identificada A recuperação de uma área degradada diz respeito a restituição a uma condição de não degradada que pode ser diferente do original e a restauração é a restituição do sitio a uma condição muito semelhante a original.
Existem diversas técnicas de restauração ou recuperação. Porém antes de iniciarmos intervenções no local devemos evitar interferência externas.
5. A equipe técnica escolhe a técnica mais adequada para a situação. Podemos utilizar a nucleação, onde se cria pequenos capões de mato, utilizando-se da prerrogativa que as espécies tem capacidade de melhorar o meio para favorecer a multiplicação. O plantio de mudas nesse sistema facilita a propagação da floresta sem maiores investimentos em plantios de mudas em toda a área. No técnica de nucleação devemos utilizar espécies pioneira e não pioneiras escolhendo geometrias específicas para melhorar o pegamento das mudas e sua função no sistema.
6. Para adensamento de indivíduos a transposição de solo de áreas não degradadas funciona como banco de sementes que tendem a germinar e auxiliar no aumento de espécies e indivíduos, além de representar variabilidade genética. Utilização de galhos sobre o solo também pode ser considerada uma boa técnica, pois funciona como abrigo a pequenos animais que carregam consigo sementes que germinam, bem como protege o solo e conserva sua umidade. Pode-se também utilizar poleiros, onde aves deverão pousar e através de suas fezes ocorrer o espalhamento de sementes.
7. Monitorar o crescimento da sua floresta periodicamente, replantar mudas que não pegaram, plantar árvores de espécies climas, roçada e coroamento são atividades que devem ser feitas ao longo do tempo, após o plantio da floresta.